20.11.07 Observação – São Luís do Purunã – Apenas a natureza

As incursões na região rural próxima à Curitiba em busca de céus viáveis para a astronomia amadora em algumas ocasiões nos presenteiam com momentos ímpares. São momentos de contato com o mundo real, não aquele edificado pelo homem nas cidades, onde tudo é artificial. As regiões rurais nos proporcionam a experiência de presenciar a dinâmica natural ao vivo e em cores.

Gavião Pinhé em mourão de concreto.
Gavião Cinza caçando roedores na relva alta.

Neste momento, o enorme pássaro pairava sobre a relva procurando uma refeição. Foi para lá e para cá em busca do alimento. Este momento é indescritível.

Como eu sei que são roedores? Palpite.

Final de tarde no campo.

20.10.28 Observação – CWB – Mars

Novamente perseguindo registros de Marte, mas também registrando a Lua, Júpiter e Saturno.

Ganymede e Júpiter 19h22
Saturno
Schroter’s Valley, frequently known by the Latinized name Vallis Schröteri

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Schroter’s Valley, frequently known by the Latinized name Vallis Schröteri, is a sinuous valley or rille on the surface of the near side of the Moon. It is located on a rise of continental ground, sometimes called the Aristarchus plateau, that is surrounded by the Oceanus Procellarum to the south and west and the Mare Imbrium to the northwest. At the southern edge of this rise are the craters Aristarchus and Herodotus.

This is the largest sinuous rille on the Moon. It begins at a 6 km diameter crater located 25 km to the north of Herodotus. (The start of the rille has been termed the “Cobra’s Head” by some observers, due to its resemblance to a snake.) From the crater it follows a meandering path, first to the north, then setting a course toward the northeast, before finally bending back to the south until it reaches a 1 km high precipice at the edge of the Oceanus Procellarum. The rille has a maximum width of about 10 km, then gradually narrows to less than a kilometer near its terminus.

The origins of this rille are believed to be volcanic. The interior floor has been resurfaced and is very level. However there is a slender rille located on the floor, which can be photographed from Earth with a good telescope and good seeing.

The rille has been the subject of numerous transient lunar phenomena observations.

The selenographic coordinates of this valley are 26.2°N 50.8°W, and it has a maximum diameter of 168 km. It is named for Johannes H. Schröter.

It was a potential landing site for the canceled Apollo 18 mission.

Marte 20h09 – Valis Marineris, Mare Erythraeum, Terra Meridianis, Syrtis Major, Boreo Syrtis, Mare Australe

Marte e a calota polar Sul, o polar hood norte e a bruma do nascente.

20.10.27 Observação – CWB – Mars

Marte faz aproximações bienais e nestas oportunidades podemos registrar detalhes em condições mais favoráveis. Ainda que a melhor oportunidade em décadas tenha sido em 2003 com a máxima aproximação em 60 mil anos, está relativamente próxima a cada 2 anos. Naqueles anos do início do milênio as câmeras CCD não eram tão populares, tampouco os telescópios acessíveis a nós astrônomos amadores. Em 2018 infelizmente a aproximação coincidiu com uma tempestade marciana global que turvou a atmosfera com areia e ocultou os esperados detalhes.
2020 foi generoso e eu estava melhor equipado e com um pouco mais de experiência nestas fotografias de alta resolução.

Pudemos registrar a calota polar sul, e o polar hood no polo norte, bem como a as brumas a leste e oeste.

Marte 22h09 – Solis Lacus, Valis Marineris, Mare Erythraeum, Terra Meridianis, Mare Australe
Marte 0h25 – Olympus Mont, Solis Lacus, Valis Marineris, Mare Erythraeum, Mare Australe